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28 de dezembro de 2014

O Pablo de hoje. E o Pablo de ontem.


por Sylvio Micelli

De tanto ler e ouvir os termos "Pablo", "sofrência" e o "homem não chora" fui ouvir o "mais novo ídolo" da Pátria Amada.

Pablo ou, mais precisamente, Agenor Apolinário dos Santos Filho, é um jovem rapaz da sempre bela Bahia, que se pôs a cantar música romântica e que vem de um tal de "arrocha", que nem perdi tempo em pesquisar.

Seu principal sucesso "O Homem não Chora" tem aí por volta de 8 milhões de visualizações no YouTube.

Enfim, trata-se de produto altamente perecível, que não chegará ao segundo semestre do ano vindouro. Ou alguém ainda se lembra de Psirico e seu "Lepo-Lepo", que infestou nossos ouvidos no começo do ano?

Tudo isso me remete ao eterno Sílvio Santos. Ah! Que saudade do maestro e crítico José (Zé) Fernandes que quebrava discos ruins e fazia críticas sérias à música popular brasileira. E que saudade do primeiro Pablo, quando ele era apenas um dançarino-dublador, todo produzido, que fazia playback no "Qual é a música?"

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Os textos são de autoria do Jornalista Sylvio Micelli. Publicação autorizada com a citação da fonte. Tecnologia do Blogger.

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