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16 de fevereiro de 2014

CNSP - Novo Iamspe: entrevista exclusiva com Sylvio Micelli

A Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP) inaugura a seção de entrevistas com líderes classistas, especialistas, professores e parlamentares debatendo assuntos de interesse do funcionalismo públicos.

Neste mês de fevereiro de 2014, quem responde nossas questões é o presidente da Comissão Consultiva Mista do Iamspe (CCM Iamspe) Sylvio Micelli (foto), líder de grande expressão no Estado de São Paulo. Micelli também é vice-presidente da Assetj e diretor de imprensa da CNSP. O jornalista, servidor público, escritor e blogueiro (www.sylviomicelli.jor.br/) conduz o debate central sobre o Iamspe - Instituto de Saúde dos servidores públicos estaduais.

Confira a entrevista:

Como presidente da CCM Iamspe qual sua avaliação da participação das entidades, federações, associações e sindicatos nas discussões sobre o projeto chamado “Novo Iamspe”? 

A participação tem sido ótima, acima das expectativas. Definitivamente, o assunto Iamspe está pautado nas reivindicações de nossas entidades, como item de suma importância, assim como a reposição salarial das diversas categorias. O que é realmente precisa mudar para o Iamspe funcionar com mais excelência? Precisa de dinheiro e isso deve vir por meio da contribuição do Governo para o custeio da saúde de seus servidores. Apenas com a contribuição do funcionalismo, o Iamspe não pode decolar para ter um atendimento de excelência.

Qual a sua expectativa em 2014 deste projeto ser apresentado na Assembleia Legislativa? 

Trata-se de um ano complicado devido à Copa do Mundo e ao período eleitoral. Estamos trabalhando com a perspectiva de que o projeto seja apresentado até abril. Do contrário são remotas as possibilidades de votação neste ano, segundo colegas do Legislativo que conhecem os trâmites daquela Casa. 

Há alguma previsão para uma reunião de diálogo da Comissão das entidades e os técnicos do governo que tratam do projeto “Novo Iamspe”? 

Temos um diálogo franco com a superintendência do Iamspe e com a secretaria de Gestão Pública. Criamos uma comissão para analisar a minuta e vamos requerer uma reunião para discutirmos. 

Como você avalia os planos de saúde dos Estado do Paraná e Rio de Janeiro, que hoje seguem padrões diferentes de atendimento à saúde dos servidores? 

O Paraná oferece assistência gratuita por meio do Sistema de Assistência à Saúde (SAS) arcando com todas as despesas do atendimento sem nenhum ônus ao servidor. Seria, ao menos em tese, o ideal. O caso do Rio de Janeiro é mais complexo. O governo do estado assinou um convênio no final do ano passado com uma administradora de planos de saúde, tentando suprir as deficiências do Iaserj (Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio). O governo não contribui com nada. O servidor arca sozinho com suas despesas e o convênio apenas oferece preços mais em conta. A medida, enfim, é ruim.Acredito que o modelo adotado no Rio Grande do Sul pelo IPERGS (Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul) é o ideal. O governo contribui com 50% dos recursos e os servidores, idem. E lá eles tem um atendimento de excelência, mesmo considerando que o Instituto ainda agrega previdência sob os mesmos percentuais.

Imprensa CNSP / Reprodução permitida mediante citação de fonte



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Os textos são de autoria do Jornalista Sylvio Micelli. Publicação autorizada com a citação da fonte. Tecnologia do Blogger.

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