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16 de dezembro de 2013

Woody Allen, perfeito. Cate Blanchett, avassaladora


por Sylvio Micelli

Cate Blanchett - Divulgação
Próximo de completar 80 anos, Woody Allen, um dos maiores diretores da história do cinema, prova que a idade lhe faz tão bem, quanto a um bom vinho.

Allen volta às telas com Blue Jasmine, filme que certamente dá valorosa contribuição a uma carreira que não precisa de nenhuma outra prova de competência. Este novaiorquino incorrigível (ainda bem!) é daqueles caras que, se tentar fazer algo ruim, não consegue.

A triste Jasmine em questão é uma socialite da amada Nova Iorque de Woody que ao perder toda a sua fortuna, graças ao marido envolvido com sonegação fiscal, se vê obrigada a morar com a irmã pobre em São Francisco e tentará, sem conseguir, se adaptar a uma vida sem luxos.

Jasmine é vivida pela maravilhosa Cate Blanchett que simplesmente prova porque é uma das mais importantes atrizes de Hollywood. Entre psicotrópicos, bebidas, temores, rejeições, loucuras e diálogos sobre a vida, no mais contundente estilo woodyano, põe o espectador a pensar sobre muitas coisas das relações entre as pessoas.

Woody conta duas histórias ao mesmo tempo que se unem num final surpreendente.

Vale o Oscar pelo roteiro original de Allen e pela atuação impressionante de Blanchett. Mas Woody não liga para isso. E eu também não.

Não leia a sinopse. Vá ver. O mesmo jazz de sempre, o mesmo tapa na cara de sempre e Woody Allen perfeito, como sempre.

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Os textos são de autoria do Jornalista Sylvio Micelli. Publicação autorizada com a citação da fonte. Tecnologia do Blogger.

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