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12 de fevereiro de 2012

Whitney Houston, mídia, drogas e falta de amor

por Sylvio Micelli

A cantora e atriz Whitney Houston morreu há pouco em Los Angeles (EUA). Aos 48 anos cala-se uma das maiores vozes do chamado "Rhythm and blues" e pop americanos. As causas de sua morte ainda não foram reveladas, mas as primeiras manchetes, aqui no Brasil ou nos Estados Unidos, ligam o fato diretamente ao consumo de drogas, remédios etc.
Reprodução
Logo mais a mídia será invadida por "entendidos" que vão comentar a sua morte. As pautas, óbvias como sempre, darão pseudo lições de moral. Vão abordar que Whitney foi do estrelato ao cadafalso por conta das drogas.   
O que boa parte das pessoas não percebe é que não se morre por drogas. Whitney, Amy Winehouse ou Michael Jackson e tantos outros, não morreram pelo consumo de drogas. Elas são apenas uma válvula de escape. No geral as pessoas morrem por falta de amor e de compreensão. Ou por falta de um amigo como Amy nos ensinou na inesquecível "Rehab".

Mas o "desamor", não estampará as manchetes de jornais. "Whitney morreu por drogas" vende mais que "Whitney morreu por um amor mal compreendido".

Morrer por drogas é mais palatável às pessoas, a morrer por amor, essa coisa tão abstrata...

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Os textos são de autoria do Jornalista Sylvio Micelli. Publicação autorizada com a citação da fonte. Tecnologia do Blogger.

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